Promotor
Museu do Oriente (Fundação Oriente)
Breve Introdução
O MUSEU CONVIDA… JAPÃO
*Com CATARINA PRETO
Data: Sábado | 16 Maio
Horas: 10.00 às 13.00
Público-alvo: 7 aos 12 anos
Participantes: Mín. 5| Máx. 15
Duração: 3h
Nota: Inscrições até 11 Maio
A relação dos japoneses com os gatos, vem de tempos muito antigos. Sabias que, no Japão, existem ilhas conhecidas como “ilha dos gatos” (Aoshima e Tashirojima)? E que os gatos andam soltos por todo o lado e, tendo sido acarinhados pela população, são dóceis. Actualmente, há quem deseje visitar essas ilhas só para os conhecer! A verdade é que, no Japão, estes animais comuns, podem mesmo alcançar o estatuto de celebridades. A Gata Tama, nomeada para chefe da estação ferroviária, de Kishi, é disso exemplo! Como a famosa “Hello Kitty”!
Hoje, contudo, falar-te-emos de um outro gato, que se tornou num dos mais famosos amuletos da sorte, indispensável na vida dos japoneses – o Manekineko! Esse gato que está sempre a acenar e que, em hipótese alguma, devemos ignorar, se a sorte quisermos encontrar. Mas como se terá tornado este gato, num dos mais populares amuletos do Japão?
Nesta oficina, encontrá-lo-emos, na exposição Japão festas e Rituais, a acenar e, junto dele, conheceremos a lenda do Templo Gotoku-ji e criaremos o nosso Manekineko. Sobre as cores, a posição das patas e os ornamentos, cada um decidirá. O certo é que, quanto mais bonito e vistoso o nosso bichano se apresentar, mais a boa sorte poderemos chamar.
Em caso de desistência:
Haverá lugar ao reembolso do valor total da inscrição quando a desistência for comunicada até 8 dias úteis antes da actividade. Depois dessa data, o reembolso só poderá ser considerado se o lugar for preenchido ou em situações de doença, acidente, ou outros imponderáveis de força maior, devidamente comprovados. Caso a actividade não se realize por falta de participantes, ou por outro motivo, o valor da inscrição será devolvido na sua totalidade.
Para mais informações contactar [email protected]
Catarina Preto
Licenciada em Pintura com formação profissional em fotografia, trabalha como ilustradora e mediadora cultural, mas gosta de se apelidar de criativa, que de todos os materiais que chegam até si, todos os que pode cortar e colar, fazem de si o que é, alguém que gosta de pegar numa coisa e transformá-la noutra coisa qualquer. A sua relação com o papel mudou para sempre, com uma formação de Pop Up, modelos de dobragens em papel que, por tradição, estão dentro de um livro e que abrem quando queremos. Mas em que outros contextos estas dobragens funcionariam?” E com esta pergunta e com muitos erros, construiu mecanismos com roldanas e partes que abrem, como nos livros, mas de uma forma diferente. O atelier com crianças, tem sido o lugar por excelência, onde a experimentação do papel acontece, de uma forma mais livre e honesta. É pela mediação que leva estas formas de fazer a outros e na partilha, traz consigo novos olhares que se fundem na sua exploração pessoal.
Preços